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A IA de hoje: Brasil, Portugal, África lusófona e o mundo · 2026-10-22

IA entra na campanha, no serviço público e nos negócios do Brasil

Publicado todos os dias às 06:00, no horário local (America/Sao_Paulo)

IA no Brasil, em Portugal e na África lusófona

A inteligência artificial aparece hoje na política, no serviço público e nas empresas brasileiras. Na campanha presidencial, ela levou Lula e Flávio Bolsonaro à justiça. Uma coordenadora de Flávio Bolsonaro defendeu trocar servidores públicos por IA.

Ao mesmo tempo, órgãos públicos oferecem cursos sobre uso responsável e seguro da tecnologia. No comércio, nas pequenas empresas e nas estradas, as empresas mostram novas aplicações.

Governo, políticas e regulação

A IA marca a campanha presidencial e levou Lula e Flávio Bolsonaro à justiça. A fala de uma coordenadora de Flávio Bolsonaro sobre trocar servidores por IA foi publicada por dois sindicatos. Ao mesmo tempo, o Judiciário do Amazonas, a prefeitura de São José dos Pinhais e a Assembleia do Ceará tratam de uso seguro e responsável, inclusive na educação pública.

Indústria e empresas

Empresas levam a IA para a loja, para a inovação e para a operação de uma concessionária de rodovias. A Sensei aplica a tecnologia além do checkout em uma nova loja Muffato Go. A delve.ai venceu o programa de inovação da Brisa, e a Renovias conta 28 anos de evolução até a IA.

Economia e finanças

O Google lançou três ferramentas no Gemini para pequenas e médias empresas. Um estudo diz que a IA pode aliviar uma velha dor de cabeça dos brasileiros.

Pesquisa e tecnologia

Um texto da FSA trata das ameaças e da proteção na relação entre cibersegurança e inteligência artificial.

Educação e cultura

Um artigo do Monitor Mercantil fala de uma inteligência artificial que só leu Machado de Assis.

O que observar

IA ao redor do mundo

Liderança na descoberta de medicamentos e penetração da IA nos humanos

A aquisição da Orchestra Bio pela OpenAI, o acordo de $400 milhões da Astellas com a AI Proteins, as demissões e a virada da Qualcomm para data centers de IA. Uma série de reportagens na última meia dia indicam que a IA está decidindo para onde vão os recursos destinados a pesquisa, equipamentos e pessoal. Enquanto isso, em um artigo que lista os medos dos americanos, a ansiedade com a IA ficou entre os 10 primeiros, e a Duke University avança com a implementação clínica da IA para demência. Essa sequência não pode ser explicada apenas medindo o quão precisa a tecnologia se tornou. O sucesso ou o fracasso da implementação de IA agora depende de como as organizações posicionam a IA e de como as pessoas a percebem. Em cada uma das seções a seguir, examinaremos essas mudanças com base em reportagens individuais.

A OpenAI adquiriu a startup de descoberta de medicamentos com IA Orchestra Bio. A CHOSUNBIZ relatou a aquisição como um movimento para "acelerar a descoberta de medicamentos orientada por IA", e outro artigo tinha como manchete a aceleração do desenvolvimento de novos medicamentos. A Business+IT informa que a aquisição ocorre em meio à crescente concorrência da Anthropic e do Google. As empresas de IA optaram por adquirir startups em vez de conduzir sua própria P&D como forma de entrar na descoberta de medicamentos. Ao avaliar a IA para a descoberta de medicamentos, já não é suficiente simplesmente comparar o desempenho dos modelos. Quais empresas têm uma forte equipe e tecnologia de descoberta de medicamentos à disposição também entrará na decisão.

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